terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

De encontro aos objetivos

Imagem da Internet

Permaneça forte, ainda que a cena que é posta diante de teus olhos causem medo. Permaneça firme e siga. Vista-se de coragem e lute, faça suas conquistas!


Cristina Lira


 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Duas faces

Imagem da Internet





O que se entende por unidade hoje?
Ou melhor, vou refazer a pergunta. Vivemos em unidade?
Não estaríamos vivendo de certa forma a nos induzir a sentir uma solidão. Muitos de nós estão tratando o próximo como algo virtual apenas, um programa computadorizado, um objeto que na hora que deseja está lá. Muitos de nós estão substituindo momentos prazerosos com aqueles que amam, por momentos passageiros e vazios, entretidos num mundo onde jamais irá ter calor humano, sentimentos verdadeiros ou se quer uma realidade.
Então, será que sabemos mesmo o que é unidade?
O que é viver em comunhão?
Será que estamos valorizando o estar junto?
Por que o que realmente importa nesse mundo não é tudo aquilo que constitui a matéria, mas o que a preenche. E nós, humanos, somos preenchido de algo muito mais que essencial. Mas usamos com displicencia as vezes. Esse algo é o amor.
Amor que uni, que comunga e que liberta.
Mas por que mesmo assim muitos ainda se sentem sozinhos?
Ouso aqui dizer, que sem perceberem optam por isso, quando restringem o laço afetivo com outras pessoas como algo meramente casual. Ou quando optam por ter contato com o próximo, mas não sai da prisão que vive aos meios tecnologicos. Maquina não ama. Maquina não demonstra amor. Maquina é algo que se usa a nosso serviço, e não o contrário. Triste ver, que muitos de nós, são escravos de algo que não anda, não ver, não dita ordens e nem ao menos pede nada.
E ainda nos questionamos sobre unidade e solidão!!!

Cristina Lira





domingo, 10 de fevereiro de 2013

...mas é preciso crer...




Imagem da Internet


Em que momento eu disse que entregaria as armas?
Quem disse que desistiria da batalha?
Não...não...
Eu acredito que tudo pode mudar para melhor. 
Eu sempre acredito que existe uma saída. 
Mesmo quando não tem nenhuma. 
Não naquele momento. 
Por que teria que me abater e sofrer? Por algo que não é ou está?
Simplesmente eu acredito, eu tenho fé. Sei que nada permanece para sempre da forma que está. Como também sei que sou agente importante para que as mudanças que eu desejo possam vir a acontecer.
Mas é preciso crer.
Não desanimar, nunca!
Mesmo que no momento as coisas não estejam saindo como desejamos.
Quando nos abatemos perdemos o melhor de nós.

Quando nos abatemos e teimamos que não somos capazes, nos tornamos nossos próprios algozes.
Acredite, tudo sempre dá certo!


Cristina Lira